Ômegas: como escolher o melhor para suas necessidades?

Quem busca um estilo de vida saudável certamente já ouviu falar dos ácidos graxos ômega. Essenciais para o bom funcionamento do corpo, eles desempenham várias funções, como promover a saúde cardiovascular, equilibrar o colesterol e combater inflamações. Apesar de serem tão importantes, eles não são produzidos pelo organismo e precisam ser consumidos através da dieta.
Neste post, vamos entender para que serve cada um dos diferentes tipos de ômega e como incluí-los na alimentação para atender às necessidades do seu corpo. Continue a leitura!
O que são as gorduras ômega?
Isso mesmo que você leu. Os ômegas são gorduras insaturadas formadas por ácidos graxos, ou seja, consideradas “gorduras do bem” para o organismo quando presentes na dieta de forma equilibrada. Esses nutrientes são uma importante fonte de energia, colaboram na produção de hormônios, influenciam no crescimento celular, preservam a saúde ocular e cerebral, entre outros benefícios.
Existem 11 tipos de ácidos graxos ômega, sendo os ômegas 3, 6 e 9 os mais conhecidos. De modo geral, os ácidos graxos são obtidos a partir do consumo de óleos vegetais, gorduras animais e suplementação alimentar. A seguir, conheça mais profundamente as principais gorduras ômega.
Ômega 3
O mais famoso dos ômegas destaca-se por sua ação anti-inflamatória, pelo equilíbrio dos níveis de colesterol e pela proteção dos sistemas cardiovascular, nervoso e ocular. Por conta dessas propriedades, ele auxilia na prevenção e no tratamento de diversos problemas de saúde física e mental. Diferentes subtipos de ômega 3 exercem essas funções, como:
- EPA (ácido eicosapentaenoico): ajuda a reduzir inflamações, combatendo males como obesidade, artrite reumatoide e até TPM. Também auxilia no equilíbrio dos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue.
- DHA (ácido docosahexaenoico): fundamental para o desenvolvimento cerebral, é associado à melhora nos sintomas de depressão, Alzheimer, hiperatividade e déficit de atenção.
- ALA (ácido alfa-linolênico): contribui para a saúde ocular e é uma fonte de energia para o corpo, auxiliando em tratamentos contra o câncer ao inibir a formação e o crescimento de tumores, além de aumentar a eficácia das drogas quimioterápicas.
O ômega 3 é encontrado em alimentos como:
- Peixes, especialmente os de águas geladas, como sardinha, atum, salmão e anchova
- Oleaginosas (castanhas e nozes)
- Sementes de linhaça e chia
- Algas
Ômega 6
Seu principal componente é o ácido linoleico, que auxilia no crescimento celular, sendo importante para o desenvolvimento do cérebro, músculos, pele e cabelos. O ômega 6 também auxilia na manutenção da saúde reprodutiva e na redução do colesterol ruim (LDL). Ele pode ser encontrado nos seguintes alimentos:
- Azeite de oliva
- Óleos vegetais, principalmente os de soja e milho
- Nozes, amêndoas, amendoim e castanha-de-caju
- Semente de girassol
Quando consumido em excesso, o ômega 6 pode intensificar processos inflamatórios, aumentar o LDL e reduzir o HDL (o “colesterol bom”), além de afetar o sistema imunológico. Para evitar esses efeitos, é necessário consumir uma proporção maior de ômega 3, que ajuda a balancear o ômega 6.
Ômega 9
Diferente dos outros, este tipo é produzido pelo organismo em pequenas quantidades a partir da ingestão dos ômegas 3 e 6. Ele atua na produção de hormônios sexuais, como o estrogênio e a progesterona, e ajuda o organismo a absorver as vitaminas A, D, E e K com mais eficiência. Também está associado à redução dos triglicerídeos e ao controle da pressão arterial, prevenindo infartos e derrames. Ele pode ser encontrado em alimentos como azeite de oliva, castanhas e nozes, azeitona, abacate, além dos óleos de soja, canola e girassol.
Suplementação
Como mencionado, o ômega 3 não é produzido naturalmente pelo organismo e precisa ser obtido através da alimentação. Porém, os hábitos alimentares dos brasileiros nem sempre suprem essa necessidade. Assim, a suplementação, com a devida orientação médica, pode ser uma alternativa viável para manter níveis satisfatórios desse ácido graxo. Alguns critérios para escolher um suplemento eficaz incluem:
- Concentração de EPA e DHA por cápsula: quanto maior a quantidade desses compostos, mais puro é o ômega.
- Selo IFOS, referência mundial no controle de qualidade do ômega 3, que indica pureza e controle de metais pesados no óleo de peixe.
- Presença de vitamina E: evita a oxidação do óleo.
A Roval possui fórmulas distintas de suplementação de ômega 3 que atendem necessidades específicas, de acordo com as proporções de DHA e EPA contidas nas cápsulas. São elas:
- Ômega 3: ação anti-inflamatória, cardioprotetor, controla os níveis de colesterol, promove a saúde dos neurônios e auxilia na manutenção da saúde.
- Supra Ômega 3: ação anti-inflamatória, cardioprotetor, controla os níveis de colesterol e promove a saúde dos neurônios.
- Super DHA: auxilia nas funções cerebrais e cognitivas, aumentando a capacidade de aprendizagem e melhorando significativamente a memória. Além disso, é altamente benéfico na gestação e lactação, pois fornece quantidade suficiente de ácidos graxos, responsáveis pela boa formação do cérebro e dos olhos do bebê.
Além dessas cápsulas prontas, você pode passar na Roval com uma receita de suplementação com dosagens específicas para você, conforme orientação médica. Converse com um dos nossos especialistas e aproveite nossas soluções exclusivas para cuidar da sua saúde!
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